quinta-feira, 8 de dezembro de 2016


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

1º. Preceito do Karatê-Dô:

O principal propósito do Karatê-Dô não é meramente praticá-lo pelo benefício físico. O Karatê deve ser usado com coragem e justiça para proteger sua família, mestre ou país quando estes se encontrarem em sérias situações de risco, mesmo que isso signifique perder sua própria vida. Não se deve praticar para lutar contra apenas um oponente. Jamais pense em agredir alguém com seus socos e chutes. Mesmo quando atacado por um agressor ou bandido, se possível procure evitar a luta e lidar com a situação pacificamente. Nunca se esqueça de que estas atitudes demonstram o real espírito do Karatê!

空手道は、個人としての体育の目的を果たすだけが、すべてではありません。将来主君(国)と親に一大事が起きた場合は、自分の命をも惜しむことなく、正義と勇気とを持って、進んで国家社会のため、力を尽くさなくてはならぬ、という名分を持っております。ですから、決して一人の敵と戦う意図はさらさらありません。かような次第ですから、万一暴漢や盗人から仕掛けられても、平素の修練の成果により、なるべくこれをうまく捌いて退散させるよう仕向けることです。決して突いたり蹴ったりして人を傷つけることがあってはなりません。このことが、本当の空手道精神であることを、強く肝に銘じて欲しいものです。

Itosu Anko’Sensei

domingo, 20 de novembro de 2016

O Karatê-Dô de O'Sensei!


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

"Estudar Karatê-Dô não é para poucos anos, mas para a vida toda!"

Conceito formador:

O’Sensei Gichin Funakoshi, fundador da Honorável Arte, iniciou seus estudos aos 11 anos de idade e seguiu adiante até o seu falecimento aos 89 anos de vida sem jamais ter deixado passar um dia se quer sem ter de alguma forma praticado o seu “amado” Karatê-Dô! Isto nos faz refletir sobre o que o motivou tão apaixonadamente, mantendo-se fielmente incorruptível, devotando-se integralmente, seguindo conforme os princípios que regem sua Honorável Arte. Será que sua busca foi para simplesmente tornar-se um bom lutador, participar de competições ou somente para se defender de possíveis agressores? Certamente que não! Seu ideal percebe-se segundo a sua trajetória de vida que muito maior que um desafio, caracteriza claramente um “marco” que expressa exatamente o que em verdade O’Sensei tanto queria ensinar e transmitir para as futuras gerações de praticantes! O fato de aprender como dar socos ou chutes em um confronto ou mesmo como se defender de agressores não é o fim derradeiro do Karatê-Dô de Gichin Funakoshi’O-Sensei. Sua Honorável Arte esta acima de quaisquer pretensões mundanas que aspirem a um conflito contra o seu semelhante, ou a um status, ou um momento de glória, ou uma conquista esportiva, ou esse tipo de coisas do “ego”! O “Caminho das mãos vazias” “Karatê-Dô” por si só já reporta ao desapego, a humildade, a simplicidade, a serenidade, a devoção, ao equilíbrio, e à paz interior! Para sua verdadeira compreensão, aceitação e continuidade são questões do “caráter”, logo, impossível ser fiel a uma causa e praticar em função de outra, não se pode ser honesto e ao mesmo tempo desonesto, não se pode seguir com fidelidade por dois “Caminhos” opostos ao mesmo tempo, não se pode prestar reverencia a um “mestre” e agir opostamente ao que ele determinou, orientou e estabeleceu aos seus alunos! Ou se forma um “caráter virtuoso” ou o de um “caráter duvidoso”! Portanto é necessário o aprofundamento da obra de O’Sensei com clara legitimidade, sem distorcer os seus reais objetivos, sem contrariar os princípios fundamentais, sem se desviar do “Caminho” verdadeiro que visa sobre tudo a contenção do conflito (Budô)! E se submeter integralmente a este “Caminho = Dô” e à sua consequente sabedoria intrínseca na prática correta, e aos seus reais desígnios, à sua ideologia e à sua filosofia conceitual! Em sendo assim, aqueles que por ventura vivenciarem tal prática e receberem a correta orientação, com toda a certeza, descobrirão que estudar Karatê-Dô não é para poucos anos, mas para uma vida toda dedicada a um ideal infinitamente maior que a vocação nociva de um ego primitivo!

Prof. Sylvio Rechenberg

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Se todos nós enxergássemos a realidade paralela que nos acompanha constantemente e se o mundo no qual estamos vivenciando nossas escolhas realmente fosse construtivo e sem as instigantes distorções de valores, certamente experimentaríamos a sublime evolução de nós mesmos!

Prof. Sylvio Rechenberg

domingo, 30 de outubro de 2016

Céu, Terra, Homem.



Céu, Terra, Homem.

" Num mundo cada vez mais dominado pelo híper consumo e pelo entretenimento contínuo, o que leva a algumas pessoas a dedicar boa parte do seu tempo a algo contrário ao seu ambiente, muitas vezes sem qualquer retribuição?
....., o que faz com que alguns doem o tempo das suas vidas à crítica da cultura, condenando-se, tantas vezes, a todo o tipo de exclusão e de rejeição, de escárnio e de desprezo ....?
Como se obedecendo aos preceitos Zen, a essas duas questões emerge uma terceira: como podem pessoas diferentes, de mundos diferentes, com obras diferentes, pertencer ao mesmo universo, a um mesmo "caminho"? "

Emanuel Dimas de Melo Pimenta

Para ler o texto original acesse:

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Disciplina e Vivênciação!

Não adianta querer ensinar alguém sobre alguma coisa que esse alguém não esta apto para aprender verdadeiramente, pois o professor entra quando o aluno esta preparado!
Quando se cria uma expectativa com relação a determinado assunto que tem haver com esta mesma expectativa logicamente que acontece um envolvimento e um aproveitamento real.
Porem a questão esta justamente em ter uma expectativa distorcida por causa de uma cultura e uma educação mal resolvida, equivocada, desvirtuada! Considerando ainda que é da natureza humana despertar interesse pela pura violência ou ações ligadas a satisfação pessoal do ego.
Principalmente quando estes assuntos são abordados de forma inconsequente e propositalmente manipulados gerando ante valores e conceitos decadentes, subprodutos do meio e assim mais fáceis de manipular para os interesses afins beneficiando a um caos oportunista.
Porem quando desde a tenra idade já se aprende a respeitar o outro, ter disciplina arrojada, considerar o próximo como fundamentalmente precioso para o equilíbrio e a harmonia do nosso universo interior e que somente com atitudes favoráveis à consequências construtivas e benéficas para todos é que se consegue desenvolver uma cultura de princípios que contemplem uma compreensão correta e que dignifique a convivência em sociedade, pode-se a partir deste perfil, ter a grata e segura convicção de que não importa o que aconteça, o caráter é o que prevalece honrando a lição!

Prof. Sylvio Rechenberg