Repetir uma frase sem, contudo, compreender e não vivenciar nem dentro e nem fora do Dōjo o que se está dizendo ao repeti-la, ou seja, repetir por conveniência, ou por hábito, ou porque faz parte da etiqueta, ou por mera formalidade, de nada vai adiantar, de nada vai acrescentar, não tem valor algum, é a mesma coisa que ensinar um papagaio a “falar”!
Então, mesmo que se pronuncie o (Dōjo-Kun) antes e depois
das aulas, ou que se leia o livro dos 20 Princípios fundamentais do Karatê-Dō de
O-Sensei, o (Niju-Kun), isso tudo não vai adiantar de nada para formar uma
compreenção correta da Honorável Arte e muito menos irá servir como modelo na
formação do caráter de um praticante, se ele continuar a agir como um leigo, como
uma pessoa comum, como alguém que não tem nada a ver com o Karatê-Dō, alguém
que só participa mas não se envolve, não assume a responsabilidade como
karateka, mas que "se julga ser"!