domingo, 4 de agosto de 2013

O "Caminho" é para todos.

Aprender sobre a Arte do Karatê-Dô irá depender da  importância que se dá para uma atividade vitalícia que se instala nos passos que se somam no “Caminho” de uma jornada.
 
Por aqui já passaram muitos entusiastas com expectativas de sucesso mundano, porem muitos outros que aqui se forjaram tinham “pés no chão” e o coração desprovido do ego.
 
A vantagem de aplicar o Karatê-Dô em todas as coisas é que se percebe o quanto dele tem em tudo que fazemos, transformando causa e efeito em frações de constante aprendizado e amadurecimento pessoal.
 
O “Caminho” é para todos, mas nem todos são para o “Caminho”!

Prof. Sylvio Rechenberg

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Juízo!

O tempo segue adiante e com ele segue a "vida" que te chama todos os dias...

Os rastros de uma jornada se apagam com o tempo...

Mas ainda existem teus passos, “Caminhar” só depende de ti...

A " Via " do Karatê-Dō é duradoura e sem fim!

Prof. Sylvio Rechenberg

domingo, 14 de julho de 2013

A Formação!

A pratica do Karatê-Dô é acumulativa, quanto mais praticar mais forte se enraizará em ti!
O correto aprendizado será proporcional ao teu empenho e a tua dedicação pessoal!
Foi criado para gerar frutos construtivos, proporcionando saúde, segurança e Paz interior!
Saiba utiliza-lo todos os dias da tua vida!
Sua aplicação definirá teu caráter!

Prof. Sylvio Rechenberg

domingo, 16 de junho de 2013

“Faixa Preta”, todos almejam, pouquíssimos o são!

Não basta querer é preciso buscar, se empenhar, sacrificar-se, submeter-se, ter por norma, estar disposto a transformar-se, polir o caráter, disciplinar e sacrificar o ego, superar as fraquezas e confrontar-se exaustivamente, aperfeiçoando-se construtivamente, amadurecer para a vida, honrar as virtudes, os ensinamentos recebidos ao longo dos anos!

Adquirir destreza é comum nos esportes, em qualquer atividade física, qualquer academia no mundo capitalista proporciona a ênfase material, o culto ao corpo, pela força, pela estética, pela competição, o que no ocidente tem o lamentável sentido e a interpretação distorcida da “valorização” pessoal e um equivocado “status” na sociedade.

Ultimamente tem se notado o modismo das lutas, do crescente gosto pelo conflito, pela violência acirrada, descontrolada, pela ascendente desvalorização do “ser” humano, pela disputa injustificável, bestial, por simples prazer de agredir a outrem sem razão, mas por mera emoção, diversão para as massas e o estopim para uma decadência cultural e social irreparável, influenciando e denegrindo as novas gerações.

As Artes Marciais tem sua ideologia histórica embasada na nobre valorização do “Ser”, na contenção da agressividade, no respeito acima de tudo, na formação dos valores morais, na importância do espirito e na manifestação da humildade como premissa para paz e da harmonia universal. Nada tendo em haver com esporte ou modismos deturpados enaltecendo o ego.  Apontamentos citados exaustivamente na história dos seus grandes “ fundadores e mentores originais ” .

A utilização das “vias de fato” tem a sua real função, unicamente, para salvaguardar a vida da morte eminente, tão somente para a necessidade única e primária da sobrevivência pessoal exclusiva. Sem tal necessidade extrema e inevitável, qualquer sentimento que promova discórdia, prepotência ou soberba é prejudicial no desenvolvimento das qualidades e virtudes humanas, conforme a doutrinação milenar destas Artes Marciais tradicionais incomparáveis e incontestáveis na sua nobre e honorável missão.

Infelizmente os que se espelham na triste realidade dos nossos dias, empunhando as bandeiras da inovação distorcida e desenfreada, desencadeando ganancia e vaidade, desvalorizando as raízes, desprezando as sábias lições, conspiram para o caos, estão fadados ao derrotismo pessoal, à conduta depressiva e a constante aflição do ego imaturo.

O tempo se encarregará de provar o lamentável equivoco, estes atos irresponsáveis, irreparáveis, se refletem na sociedade e já demonstram suas manchas, só não vê quem não quer ver!

“Faixa Preta”, todos almejam, pouquíssimos o são!

Prof. Sylvio Rechenberg

quinta-feira, 6 de junho de 2013


O vídeo a seguir mostra técnicas de aplicação prática em situações de risco, juntamente com Tameshiwari ( quebramento ), com o foco principal não no rompimento dos objetos mas em por a prova os conhecimentos adquiridos, condicionamento corporal, controle mental e confiança. As demonstrações são executadas por vários Karatekas de diferentes escolas.    -   Vale a pena conferir!

sábado, 25 de maio de 2013

Escola para a vida!

Nos “tempos de ouro”, por volta dos idos dos anos '70, quando comecei a trilhar e vivenciar o “Caminho”, imperava a vontade sublime, voraz, indômita, indescritível, insaciável de aprender, estudar e praticar a honorável Arte maior do Karatê-Dô!
Praticava-se com “alma”, sangue, suor e lagrimas, com agonia sem fim, tamanha a disciplina!
Onde os olhos eram espelho da alma e se percebia o fascínio do despertar pela Arte!
Longe vai o dia em que se sentia no ar a energia, o invisível, o sobrenatural obsessivo da força interior, que vem das entranhas, do mais profundo do “Ser”, do incomparável querer saber aprender sobre o “Caminho”!
Lá não tinha tempo, nem lugar, nem condição, nem coisa alguma que impedia os sacrifícios!
Havia a certeza imutável da vontade infinita e única do “aprender por aprender” para saber!
Empenhados de corpo, mente e espírito, orgulhosos, leais a nossa “segunda família”, o Karatê-Dô!
A obediência, a hierarquia, o respeito inquestionável, a honra ilibada, a imaculada conduta!
Não havia cansaço, nem desanimo, nem dor alguma capaz de afastar-nos dos “castigos” da lição, a lição para a vida!
Lições vivenciadas com tanta emoção, que o próprio cheiro do couro cru, da corda de sisal, da lona surrada, do quimono encharcado, do assoalho gasto da madeira maciça, temperava nossos sonhos e se enraizava na eternidade da nossa busca incessante, inquietante!
Sonhos movidos por um ideal, um ideal apenas, um nobre ideal, sem precisar de estímulos, nem de elogios, nem de motivações externas, mas “unicamente para ser um Karateka”, muito mais que vencedores, mas Karatekas de verdade!!!
Prof. Sylvio Rechenberg

sábado, 11 de maio de 2013

Aprender Karatê-Dô é se dar uma chance para conhecer a si mesmo!

 
Nos dias de hoje, ainda, a maioria das pessoas não tem ideia do que é Karatê-Dô. A mídia infelizmente prega e enfatiza o sensacionalismo, distorcendo o seu "conceito real".
Grande parte dos responsáveis pela sua difusão, não tem o menor interesse em orientar sobre sua real finalidade, muito menos em aprender sobre o verdadeiro Karatê-Dô.
 
Nesses tempos, o que vale é a competição, a esportivisação, a facilitação e o descomprometimento com o futuro desta Arte Marcial extraordinária.
 
A real Arte Marcial milenar, não foi criada com propósitos lúdicos como campeonatos, torneios e afins, mas foi constituída com a nobre finalidade de salvaguardar a própria vida através da prática rigorosa e constante do auto-aperfeiçoamento construtivo, superando as fraquezas humanas nos três aspectos, “físico, mental e espiritual”, mantendo-se assim incorruptível, inviolável, exclusiva, e de acordo com os seus sábios e legítimos criadores, “para a vida toda”!
 
Porem com as recentes distorções, interpretações equivocadas e total “falta de controle das grandes organizações”, o dito "Karatê" por aí, se tornou um jogo, uma "brincadeira de luta", atiçada pelo ego inflamado, desiquilibrado, valendo-se da fraqueza humana pelo conflito, pela disputa pela “pseudo” vitória sobre o outro, nada mais do que marionetes animadas!
 
"Aprender Karatê-Dô é se dar uma chance para conhecer a si mesmo"!
 
Esteja disposto a confrontar-te para melhorar algo em ti; esteja consciente para descobrir-te e entender mais de ti; esteja preparado para superar-te a ti mesmo!
 
Saiba que o universo ao teu redor esta ao redor de todos os demais; que a energia que brota de ti conspira para o mundo, e que o mundo no qual respiras te permite "vivenciá-lo em harmonia"!
 
De nada adianta lutar contra os outros se o verdadeiro conflito se manifesta em ti!
 
Prof. Sylvio Rechenberg