domingo, 17 de julho de 2016

"Estudar Karatê-Dô não é entender sem compreender!"

Conceito formador:

Entender simplesmente sobre a prática da Honorável Arte tem haver com a capacidade de assimilar o que esta sendo trabalhado utilizando apenas a inteligência física, ou seja, envolvendo o intelecto para assim assimilar as condições para o bom desempenho de tais atividades no dia a dia desta prática. É justamente o que se observa nos simpatizantes “praticantes dos tempos modernos”. Enquanto que a capacidade de “compreender” realmente sobre o objetivo principal da prática da Honorável Arte de O’Sensei Funakoshi tem haver com a  formidável e necessária capacidade de envolver a inteligência emocional e moral conjuntamente com as demais habilidades específicas que a Arte requer! E para serem assim corretamente assimiladas na prática, tais qualidades do envolvimento cognitivo devem se complementar na busca deste conceito milenar fundamentado na raiz e desenvolvido constantemente com uma “atitude correta” tanto dentro como fora do Dojo e na vida pessoal. Mas não basta fazer de conta sem estar convicto e assumir devidamente as responsabilidades que a Honorável Arte requer.  Ao estudar focado na busca original do legado, o principal requisito para que se possa seguir adiante, dedicado, comprometido e determinado em cada vez mais se esforçar em aprender e praticar incansavelmente, é primordial e necessário que se faça consciente a visão de que ao estudar devidamente o Karatê-Dô de O’Sensei Funakoshi não é possível entende-lo sem procurar “compreender” a sua real finalidade durante a prática verdadeira e manter firme e forte a sua plena vivenciação presencial em qualquer lugar que se esteja.

Prof. Sylvio Rechenberg

sexta-feira, 8 de julho de 2016

"Estudar Karatê-Dô não é uma conquista, mas uma virtude!"

Conceito formador:

Nos dias atuais na dita “vida moderna” pouco se fala sobre virtudes, sobre bons costumes, sobre moral ou sobre a educação familiar fundamental para a nossa formação de valores necessária para uma vida digna. No Karatê-Dô não é diferente! Ao procurar estudar sobre a Honorável Arte de O’Sensei Funakoshi compreende-se com o passar do tempo, mas com a prática diária e com o foco correto em mente, que o objetivo se encontra na espontaneidade da alma em se manifestar através de uma complexidade dinâmica capaz de desenvolver habilidades conscientes e gerar habilidades inconscientes promovendo assim maior segurança, agilidade e equilíbrio tanto exterior como interiormente para que então se possa encarar a vida com muito mais entusiasmo e confiança. Dotados desse potencial comprova-se com plena certeza a grande capacidade de enfrentar as dificuldades diárias e com as quais o poder para trabalhar o corpo, a mente e o espírito e assim fortalecer-se sempre de forma construtiva, sábia e pacífica. Então, mesmo sabendo que o sistema em que vivemos gera infortúnios, empecilhos e armadilhas que tendem a afastar-nos da legitimidade do “Ser” iluminado que habita em nós, e assim nos advertindo ao descaminho, fica óbvio que o fato de ir em busca de algo mais para a sua vida, que proporcione mais confiança em si mesmo(a) e que garanta uma convicção madura de estar promovendo para si uma riqueza indescritível de bem estar pessoal e crescimento potencial, certamente trará a clara definição de que estudar Karatê-Dô não é uma conquista, mas uma virtude agregada proporcionando a nossa vida o que de melhor se espera no “Caminho” da Honorável Arte!

Prof. Sylvio Rechenberg    

sábado, 2 de julho de 2016

O Karatê-Dô é um modo de vida que com o tempo vai lapidando e transformando conceitos!

Prof. Sylvio Rechenberg  

sábado, 25 de junho de 2016

"Estudar Karatê-Dô não é para alguns, mas para todos!"

Conceito formador:

A Honorável Arte do Karatê-Dô de O’Sensei Gichin Funakoshi não foi proposta por ele para formação de atletas de competição ou lutadores de “rua”, nem para brincar de luta nas horas de folga. A sua real intenção em divulgar sua Arte ao mundo tem haver com a formação e o auto aperfeiçoamento da natureza humana, considerando o aspecto físico como uma ferramenta construtiva que possa ser moldada com propósito de resguardar a vida num sentido bem mais amplo do que também a legitima defesa, mas explorar a capacidade de superar as mais variadas limitações para que no seu dia a dia os benefícios da prática sejam vivenciados com sabedoria e aproveitamento concreto, focando a mente como diretriz fundamental e também responsável pela transformação do “Ser”, porém, norteada pela estrita concordância espiritual, considerando o homem como um ser iluminado em essência e assim promover seu desenvolvimento de acordo com a dignidade, responsabilidade e gratidão, comprovando de tal capacidade que estudar Karatê-Dô não é para alguns, mas para todos aqueles que realmente, verdadeiramente buscam algo a mais para suas vidas!

Prof. Sylvio Rechenberg

sábado, 18 de junho de 2016

A primeira "lição"!

Muitos querem aprender sobre o Karatê-Dō, a Honorável Arte de O’Sensei Funakoshi, porem quando iniciam seus estudos logo constatam que o que “eles” procuram esta muito longe de acontecer. Mal sabem eles que a verdadeira luta não está fora, mas dentro de si mesmos. O perfil de um “karateka” se constata na forma com que lida com as derrotas! Logo, o professor aparece quando o aluno está preparado!

Prof. Sylvio Rechenberg

domingo, 12 de junho de 2016

A Omissão!

Atualmente existe a tendência no interesse principal com a formação de "atletas" sem se importar com o “caráter” destes praticantes. Até que ponto pode-se ensinar habilidades de luta para uma pessoa com natureza violenta, incentivando e orientando assim sua capacidade destrutiva contra outras pessoas sem considerar a possibilidade de que tais ações podem vir a ser utilizados para o crime? Certamente que não se pode saber da educação ou da formação anterior desde a tenra infância, adolescência ou da fase adulta de uma pessoa, porem a demonstração sutil de alguns vestígios comportamentais de alguém quando começa a estudar e aprender sobre a Honorável Arte já se pode perceber nos primeiros passos do aprendizado. Cabe ao bom professor (sensei) conduzir e orientar de forma ética, responsável e qualificada a devida trajetória no desenvolvimento rigoroso e gradativo a se seguir conforme os desígnios tradicionais e as determinações normativas da Honorável Arte de O’Sensei Funakoshi. Contudo vale lembrar, o Karatê-Dô é para todos, mas nem todos são para o Karatê-Dô!

Prof. Sylvio Rechenberg  

domingo, 5 de junho de 2016

"Estudar Karatê-Dô não é confrontar, mas confrontar-se!"

Conceito formador:

Certamente confrontar é muito mais fácil do que conter o espírito de agressão, até mesmo bem mais interessante, mais empolgante, mais tentador, porem aquele que estuda e pratica corretamente a Honorável Arte de O’Sensei Funakoshi sabe muito bem o que significa expressar um sentimento onde é possível destruir ao invés de construir. A fraqueza humana se expressa constantemente em torno de nós, todos os dias somos surpreendidos com determinadas circunstancias que nos levam a refletir e consequentemente reagir conforme acreditamos ser o certo. É muito comum agirmos por impulso e logo depois nos arrependermos internamente por termos agido errado sentindo angustia e nos culpamos pelo ato. Em verdade cada um de nós precisa controlar tais impulsos negativos, destrutivos, que certamente levarão a ruína e então com aflição seremos guiados. Com a pratica aprendemos que devemos focar nos princípios que regem a ideologia e a filosofia de um “Caminho” virtuoso e como tal desprovidos de atitudes vãs, inconsequentes, insensatas, que deturpam valores, conceitos e virtudes que dignificam o “caminhar(agir,ser)” conforme o pensamento de O’Sensei Funakoshi em seus relatos de vida e sábias orientações dadas aos seus alunos enquanto ainda se encontrava entre os mesmos. Ao confrontar alguém não importa em quais aspectos, revelamos a natureza frágil e conflitante na qual vivemos e da qual somos guiados e até então incapazes de conter. Portanto estudar e praticar o Karatê-Dô de O’Sensei Funakoshi não é confrontar, mas confrontar-se constantemente!

Prof. Sylvio Rechenberg